Montag, 18. Dezember 2017

INDIA: El camarada Varavara Rao pide la inmediata libertad del camarada Kobad Ghandy.

 
INFORMACIÓN DEL DAZIBAO ROJO:
 
 
 

sábado, 16 de diciembre de 2017


INDIA: Detienen al camarada Varavara Rao y a otros intelectuales de izquierda en Hyderabad.





correovermello-noticias
New Delhi, 16.12.17
Según informa la prensa india, la policía de Talangana a detenido a 19 escritores y artistas de Virasam (la Asociación de Escritores Revolucionarios) para tratar de detener el boicot al Prapancha Telugu Mahasabhalu, organizado por el Gobierno del Estado.
Los conocidos escritores Varavara Rao, el Dr. C Kaseem, Paani, Geetanjali, ma bhoomi Sandya, Kurmanath, Ramkhi, Sagar, Aravind y Nalamasa krishna, entre otros, fueron detenidos cuando marchaban a una concentración junto a la estatua de Sri Sri en Tank Bund a las 4 pm del pasado viernes.
Por el momento no hay noticias de su puesta en libertad a pesar que no hay delito en manifestarse.

¡Libertad inmediata del camarada Varavara Rao y demás escritores revolucionarios detenidos!

A NOVA DEMOCRACIA BRASIL:Declaração conjunta reafirma validade da Revolução de Outubro


Movimento Comunista Internacional
Nota da Redação de AND: Publicamos adaptação da declaração conjunta de Partidos e organizações maoistas por ocasião do centenário da Grande Revolução Socialista de Outubro. A íntegra da tradução pode ser lida em serviraopovo.wordpress.com.

Proletários de todos os países, uni-vos!


Fora o Poder tudo é ilusão!

Nesta celebração do centenário da Grande Revolução Socialista de Outubro, nós, Partidos e Organizações marxista-leninista-maoistas, devemos elevar nosso otimismo de classe ao topo e impulsionar com cada vez mais iniciativa e energia as tarefas que nos cabem nesta Nova Era que foi aberta com o troar  dos canhões dos operários e camponeses russos, dirigidos pelo Partido bolchevique, sob a chefatura do grande Lenin. Cabe a nós fazer tudo – em cada país, sem exceção – para desenvolver a revolução, correspondendo a seu caráter – democrática ou socialista –, o que implica centrar na guerra popular, seja para prepará-la, iniciá-la e desenvolvê-la até a Conquista do Poder; o que exige de nós, como primeira demanda, na grande maioria dos países, a constituição ou reconstituição dos Partidos Comunistas.

Nós, comunistas, somos a vanguarda da classe, somos a expressão da luta incessante e crescente do proletariado internacional e dos povos do mundo e, em toda a Terra, celebramos este grande marco da revolução proletária mundial, junto com as massas mais fundas e profundas. Celebramos juntos com os comunistas e revolucionários que avançam com as guerras populares no Peru, Índia, Turquia e Filipinas, pela senda aberta pela Grande Revolução Socialista de Outubro; guerras populares que são a demonstração palmária ante o mundo de como, no novo Poder, baseado na aliança operário-camponesa e sob a direção absoluta do proletariado por meio do Partido Comunista, se aplicam os ensinamentos do Poder dos Sovietes que seguem potentes apesar das restaurações capitalistas encabeçadas pelos revisionistas. É bom ressaltar nesta ocasião que, neste ano, nós comunistas também estamos celebrando o 50º aniversário da Heroica Rebelião Armada dos Camponeses de Naxalbari, que deu início ao que passaria a ser a guerra popular na Índia.

Esta celebração é uma celebração do triunfo do marxismo-leninismo-maoismo sobre o revisionismo de todo tipo. É uma celebração de como Lenin esmagou aqueles que negavam a necessidade do Partido de novo tipo e centraram em formas legalistas e economicistas, no cretinismo parlamentar e que negavam a possibilidade da revolução “porque as condições não eram maduras”. É uma celebração de como o camarada Stalin esmagou o trotskismo em meio de uma dura luta de duas linhas e de como ele definiu, contra todos os gritos dos “ortodoxos”, o leninismo como a segunda etapa do marxismo.

É uma celebração da violência revolucionária e da luta implacável contra o oportunismo, da onipotência da violência revolucionária e de como somente derrotando toda a rastejante capitulação e liquidacionismo – não importa que máscara ponham – se pode levar a cabo a revolução, conquistar e defender o Poder com guerra popular. É uma celebração da continuação da revolução socialista por meio de sucessivas revoluções culturais proletárias, sempre com guerra popular, até chegar com toda a humanidade ao sempre dourado comunismo.

Esta é uma celebração profunda e com alto nível de consciência, de que a forma mais alta de democracia, e a forma mais alta de liberdade para as massas populares na sociedade de classes é a Ditadura do Proletariado; de que a forma mais alta de produção, mais desenvolvida e potente vista pelo mundo, na sociedade de classes, é a Socialista.

Ao celebrar o Centenário da Grande Revolução Socialista de Outubro, estamos celebrando a Internacional Comunista concebida pelo grande Lenin como máquina de combate para a revolução proletária mundial. Portanto, estamos pela reconstituição da Internacional, pela reunificação do Movimento Comunista Internacional sobre a base do marxismo-leninismo-maoismo, principalmente o maoismo, em luta implacável contra o revisionismo e a serviço da revolução proletária mundial. Temos claro como se fundou a Terceira Internacional: não foi em acordos com os velhos partidos moldados à velha ordem, senão pela luta da esquerda firmemente unida sob a chefatura de Lenin e cerrando fileiras com o Partido Bolchevique. Lutamos, portanto, por uma Conferência Internacional Maoista Unificada como um passo inicial para avançar mais decididamente para superar a dispersão dos comunistas.

Celebramos a aplicação do marxismo feita pelo grande Lenin, que significou um grande salto que se concretiza no Leninismo. Ele, com seu grande exemplo, demonstrou que devemos ser criativos, resolver novos problemas na base dos princípios, rechaçando toda a hipocrisia e a falsidade dos fariseus, principalmente do revisionismo. Portanto, corresponde hoje denunciar, combater e esmagar o avakianismo, o prachandismo e as demais manifestações de oportunismo. Lenin nos ensina que para fazer a revolução em uma realidade concreta temos a necessidade, a obrigação, o dever de estabelecer as leis concretas específicas de seu processo, que necessitamos ter a teoria indispensável, que necessitamos um pensamento-guia para poder levar a revolução ao triunfo. Consequentemente, é necessário insistir na tarefa dos comunistas e de todos os revolucionários do mundo de defender a vida e a saúde do Presidente Gonzalo, o maior marxista-leninista-maoista vivente e continuador de Marx, Lenin e o Presidente Mao Tsetung.

Hoje, rendemos homenagens também às massas, aos milhões de operários e camponeses que deram sua vida na longa luta da Revolução Russa, na Grande Revolução Socialista de Outubro, na guerra contra a intervenção imperialista e por defender a sagrada pátria socialista, a União Soviética, contra a besta fascista. Rendemos homenagem aos comunistas Bolcheviques, comunistas de madeira especial, comunistas de ferro, entre eles grandes chefes como Sverdlov, Dzerzhinski, Kirov e milhares e milhares mais que entregaram suas vidas pelo comunismo sabendo que nunca iriam vivê-lo.
 
 
Hoje, no momento da ofensiva estratégica da revolução proletária mundial, dentro da época dos “50 a 100 anos” no qual o imperialismo e a reação serão varridos da face da Terra, celebramos a Revolução que deu início à Nova Era, assumimos o compromisso de desfraldar, defender e aplicar os ensinamentos de Outubro, que se concretizam em lutar denodadamente para pôr o maoismo como único mando e guia da nova grande onda da revolução proletária mundial, combatendo implacavelmente o imperialismo e a reação de forma indesligável do combate ao revisionismo e todo oportunismo.

Viva o 100º Aniversário da Grande Revolução Socialista de Outubro!

Viva o marxismo-leninismo-maoismo, principalmente o maoismo!

Defender a vida e a saúde do Presidente Gonzalo com guerra popular!

Viva o 50º Aniversário da Rebelião de Naxalbari!

Guerra Popular até o comunismo!

Comitê Bandeira Vermelha (República Federal da Alemanha)

Comitês para a Fundação do Partido Comunista (Maoista) da Áustria

Partido Comunista do Peru

Partido Comunista do Brasil (Fração Vermelha)

Fração Vermelha do Partido Comunista do Chile

Partido Comunista do Equador – Sol Vermelho

Frente Revolucionária do Povo Marxista-Leninista-Maoista da Bolívia

Organização Maoista para a Reconstituição do Partido Comunista da Colômbia

Corrente do Povo Sol Vermelho – México

CONTUNDENTE PARO REGIONAL DE 24 HORAS DEL SINDICATO UNICO DE TRABAJADORES EN LA EDUCACION DE HUANCAVELICA



El 7 de diciembre de 2017, se realizó en forma contundente el paro regional convocado por el SUTE REGIONAL HUANCAVELICA con la participación de todas sus bases y la movilización combativa de maestros, alumnos y padres de familia, al día siguiente la represión estatal no se hizo esperar y hubo detenciones y salió la noticia en los diarios Correo y La Republica, donde se trataba de ligar a los docentes con el clan de los "Quispe Palomino" del VRAEM, con "el hijo de Alipio", etc.
Los maestros clasistas, tanto dirigentes como maestros y los participantes en las protestas que se realizaron con ocasión del paro, han rechazado esta vinculación y han desenmascarado a la represion del viejo Estado genocida y chantaje de la reacción contra el movimiento clasista y popular y denunciado con gran energía al nuevo revisionismo representado por el Modavef (la LOD r y c) y los oportunistas de derecha con careta de "izquierda", encabezado por el clan de los Quispe-Palomino ( también caracterizados como LOI), nuevo revisionismo opuesto rabiosamente a la línea sindical clasista que defiende el SUTE REGIONAL HUANCAVELICA.

A continuación publicamos la convocatoria al PARO REGIONAL PREVENTIVO DE 24 HORAS, el día jueves 07 de diciembre del 2017:



“POR UNA LÍNEA SINDICAL CLASISTA”

                                   SINDICATO UNICO DE TRABAJADORES EN LA EDUCACION DE HUANCAVelica
SUTE REGIONAL HUANCAVELICA   
 
 

                                                                                                                

Huancavelica, 27 de noviembre del 2017.

DECRETO N° 004-2017-CER-SUTE-HVCA.

CONSIDERANDO:

Que, teniendo en cuenta el principio universal de la lucha de clases y la ley de la contradicción que rige el desarrollo de la sociedad, en el plano internacional, principalmente el imperialismo norteamericano desenvuelve la expansión de su crisis general a todos los países y naciones oprimidas del mundo; sobre todas las que son colonias y semicolonias, el que se traduce en la supresión o liquidación de los derechos ciudadanos como a la salud, educación, al trabajo, a la seguridad social, entre otros, la cual viene generando grandes protestas, siendo la tendencia principal en el mundo mayor intensificación de las luchas populares.

En nuestro país, el más desenfrenado representante y lacayo del imperialismo PPK y su gabinete, cumplen fielmente las órdenes de su amo Donald Trump, aplicando el plan de privatización de la educación por medio de las concesiones de los Centros Educativos a las APP, por lo que requieren con urgencia despedir a todos los trabajadores del sector, para ello utilizando como instrumento la evaluación de desempeño vía “rúbricas” que no es otra cosa que la guillotina para despedir a los maestros, aplicando normas coercitivas de criminalización de las protestas.

En esa misma línea de acción, el gobierno regional, la DREH y las UGELs, por su condición de fieles sirvientes del imperialismo, vienen ejecutando los mandatos de sus amos, persiguiendo, amedrentando y coaccionando con procesos administrativos a los maestros, a quienes se resisten a las intervenciones de los programas del MINEDU como: ASPI, PELA, Acompañamiento, Soporte, Semáforo, de los cuales cuyo único objetivo es degradar, precarizar y destruir la educación del pueblo.

Frente a esta arremetida del imperialismo, del Estado peruano y de los gobiernos de turno, los maestros del país, Padres de Familia, Estudiantes y el pueblo en su conjunto, venimos oponiendo nuestra lucha de resistencia, organizando y conformando los Frentes de Defensa de la Educación Pública, con el objetivo de articular y emprender medidas de lucha más contundentes a fin de hacer retroceder esta nefasta política neoliberal.

Por las consideraciones expuestas y en mérito a los acuerdos asumidos en el XV Congreso Regional Ordinario del SUTE Huancavelica, llevado a cabo el 25 de noviembre; se

DECRETA:

PARO REGIONAL PREVENTIVO DE 24 HORAS, el día jueves 07 de diciembre del 2017, en todo el ámbito de la Región Huancavelica,  por la solución inmediata al Pliego de Reclamos Regional y la siguiente Plataforma Mínima de Lucha:

1.    Cumplimiento de la Ordenanza Regional N°377-2017/GOB.REG.-HVCA/CR, de fecha 3 de agosto del 2017.

2.    Archivamiento de los procesos administrativos instaurados y cese a la persecución política administrativa a los maestros y dirigentes del magisterio huancavelicano.

3.    Cumplimiento de las horas efectivas de clases y suspensión de los Programas del MINEDU como: PELA, ASPI, Acompañamiento y soporte pedagógico, Semáforo escuela, entre otros.

4.    Por el pago inmediato del reembolso de los descuentos efectuados por derecho a huelga.

5.    Pago inmediato de las bonificaciones del 30% por preparación de clases y evaluación y otros conceptos que se adeudan a los maestros.

 

Por lo expuesto, se convoca a todas las Bases Sindicales del SUTE Regional Huancavelica, a implementar y cumplir las siguientes tareas y directivas:

 

1.    Convocar a sendas Asambleas con Padres de Familia, Autoridades, Organizaciones de Base, Estudiantes, en la cual informar y esclarecer los motivos de la medida de  lucha y comprometer la participación de los PP.FF.

2.    Difundir por todos los medios: Radio, TV, volantes, pintas, afiches, redes sociales, etc. el paro regional.

3.    Organizar, fortalecer y movilizar a los Frentes de Defensa de la Educación Pública Gratuita, a cada sede de UGEL, con la finalidad de exigir la solución a la Plataforma de Lucha Regional.

Con la seguridad de su implementación y acatamiento en forma consecuente, es ocasión para expresarle nuestro reconocimiento.

                                   Sindicalmente,
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